21 de junho de 2005

ESTAR MORTO É O CONTRÁRIO

É bonito ver o frenesim das discussões sobre feriados nacionais e nomes de rua, sempre que morre um escritor ou um pensador em sentido lato. As presidências excitam-se, as câmaras e juntas de freguesia batem no peito com orgulho. E não tarda nada que não surja uma rua dos subúrbios com o nome do falecido.
Há quem diga que os portugueses não acarinham os seus criadores. É falso. Não têm é pressa...

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